A partir de dezembro de 2000, a estrutura de organização da Esquadra foi modificada com a extinção dos Esquadrões de A de Contratorpedeiros, de Corvetas, de Fragatas e de navios anfíbios. Desde então, respondendo diretamente à Força de Superfície passaram a existir as seguintes unidades Comando do 1° Esquadrão de Escolta I.(ComEsqdE-1) - fragatas Classe Niterói corvetas Classe Inhaúma; II. Comando do 2° Esquadrão de Escolta
IV. Navio aeródromo ligeiro Minas Gerais. V. Navio aeródromo São Paulo. VI. Navio-escola Brasil. VII. Navio-veleiro Cisne Branco. Fragatas Classe Niteroi F-40 Niterói, F-41 Defensora, F-42 Constituição, F-43 Liberal, F-44 Independência e F-45 União. O contrato para o desenvolvimento destas fragatas foi assinado em setembro de 1970, entre o governo brasileiro e o estaleiro britânico Vosper Thornycroft Ltd., sendo as quatro construídas na Inglaterra e as duas últimas pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, com incorporações à Esquadra entre 1976 e 1980. Com base no mesmo projeto o AMRJ construiu o navio-escola Brasil (U-27), que entrou em serviço em 1986.
. Em regime de cruzeiro econômico (17 nós), têm um alcance de 5.300 milhas, sendo de 217 homens a sua tripulação.
Fragatas Classe Greenhalgh F-46 Greenhalgh, F-47 Dodsworth, F-48 Bosísio e F-49 Rademaker. São de projeto e construção britânicos (Type 22 -Batch l), da Yarrow (Shipbuilders) Ltd., serviram na Royal Navy, a partir da década de 1980, e foram transferidas para a Marinha do Brasil entre 1995 e 1997.Deslocam entre 4.000 e 4.400 toneladas e têm as dimensões de 131,2 m (comprimento), 14,8 m (boca) e 6 m (calado), sendo de 273 homens a sua tripulação.
Contratorpedeiros D-27 Pura, D-28 Paraíba, D-29 Paraná e D-30 Pernambuco. Tratam-se de navios da classe norte-americana Garcia (FF 1040), que serviram na US Navy a partir de 1965. Seu deslocamento varia entre 2.620 toneladas (padrão) e 3.400 toneladas (máximo), possuindo tripulação de 286 homens. As dimensões principais incluem um comprimento de 126,3 m, boca de 13,5 m e calado (incluindo sonar) de 7,3 m.
Quatro unidades: V-30 Inhaúma, V-31 Jace fritai, V-32 Júlio de Noronha e V-33 Frontin. São navios relativamente leves, com deslocamento padrão de l .600 toneladas, de projeto e construção nacionais (Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro) e que entraram em serviço a partir da década de 1990. Medindo 95.8 m de comprimento, 11,4 de boca e 5.3 m (sobre o sonar) de calado, são tripuladas por 122 homens.
Submarinos Classe Tupi Marinha do Brasil foi uma das primeiras instituições do gênero, no mundo todo, a se conscientizar do valor da arma submersível. Em 1914, em plena I Guerra Mundial, ela ativou a sua Força Tipo empregando submarinos de origem italiana. Nos anos SÓ, dentro de um processo de modernização de meios navais, optou pela incorporação de um moderno submarino convencional de propulsão diesel elétrica de projeto alemão: o IKL-1400 ou Tipo 209. O fato importante daquela decisão foi que das cinco unidades previstas, quatro seriam construídas no Brasil, que graças a isso tornou-se um dos poucos países com tal capacidade especifica. Atualmente, a Força de Submarinos está composta por um navio remanescente da classe Oberon, o S-21 Tonelero (utilizado basicamente em instrução e que foi acidentado no final de 2000, mas que possivelmente será recuperado) e quatro IKL-209/1400: o S-30 Tupi, o S-31 Tamoio, o S-32 Timbira e o S-33 Tapajó. No Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro prossegue a construção da quinta unidade, o S-34 Tikuna que na realidade irá incorporar várias modificações em relação aos seus antecessores e é conhecido como "Improved Tupi".
Aliás, os submarinos brasileiros têm demonstrado grande eficiência em diversas operações navais, inclusive executadas em conjunto com marinhas estrangeiras.Além de sua base própria e elementos de apoio e treinamento situados na ilha do Mocanguê (RJ), a Força de Submarinos tem a ela subordinados o navio de socorro submarino K-11 Felinto Perry e uma formação de marinheiros especializada em ações do tipo "golpe de mão" e "comandos", o Grupo de Mergulhadores de Combate (GRUMEC). Baixe o quadro completo da esquadra brasileira: Clique aqui Força Aeronaval
Entretanto, ainda restam dois importantes hiatos a serem resolvidos: a questão dos aviões AEW a qual parece já estar bem encaminhada com uma possível adoção do E-1modernizado com a participação da Embraer, (inclusive) e os de instrução (bem como a estrutura necessária) para a formação dos futuros pilotos navais, o que até agora tem sido feito, principalmente, com a ajuda de instituições estrangeiras.A Força Aeronaval está sediada na Base Aeronaval de São Pedro da Aldeia, no litoral norte fluminense, onde lambem estão seu Comando, meios de apoio e um Centro de Instrução que, por enquanto, é voltado ao preparo do pessoal envolvido com a operação de helicópteros. Lá ficam sediadas as seguintes unidades aéreas: 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1). Atua em conjunto com o Centro de Instrução e Adestramento Aeronanaval e utiliza helicópteros Bell JetRanger III (IH-6B) 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1). Encarregado de missões de ligação, transporte leve. evacuação aeromédica. busca e salvamento, guarda de aeronaves durante operações aéreas, apoio a operações hidrográficas, oceanográficas e pesquisas científicas e de fuzileiros navais. Sua dotação compreende helicópteros Esquilo mono e biturbinas (UH-12 e UH-13).3
1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) -Criado para operar os jatos AF-1 e AF-1A (Skyhawk-Falcões), caminha rapidamente para seu total apronto. A Marinha alinha ainda outros três Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3, HU-4 e HU-5), que estão subordinados a comandos navais de área, respectivamente em Manaus (AM), Ladário(MS) e Riogrande(RS).
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